Sábado, 12 de Setembro de 2009

 

A noite cai, e em vão

eu espero pela razão

De tudo ser assim,

de tudo afastar-me de ti.

 

Tudo passa, tudo muda

eu continuo comigo

Diferente depois do que vivi

Mas igual sem ti aqui.

 

O fogo corrói, destrói;

depois da beleza e paixão

que mostram um esplendor que dói 

antes da solidão.

 

A escuridão da noite

assusta-se com a luz,

o consumo da vida

com que a chama seduz.

 

O mundo continua

impávido e sereno

face à floresta nua

que o fogo vai corroendo.

 

Seduz-me outra vez

com esse encanto teu,

pela adrenalina, talvez;

ou desilusão dos estragos teus.

 

Leva-me contigo

Na eterna dança da tua revolta.

Arrasta-me que eu deixo-me ir comigo

Sem nínguem para me trazer de volta.

 

No tempo da MINHA revolta

Tu trouxeste-me luz,

Paz, solidão e fuga remota

Agora já ninguem me conduz.

 

 

 

Eu fiz este poema, e eu própria não consifgo perceber bem o que para aqui vai....é uma pequena mistura de muito do que me vai na alma neste momento... podem comentar, gostava eu própria que me ajudassem a perceber.

 

publicado por 994marie1904 às 15:12


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